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O aparecimento de lesões na pálpebra é relativamente frequente e pode ter inúmeras causas. Na grande maioria das vezes, felizmente, não são graves — porém, dependendo do aspecto da lesão, merecem atenção especial. Em Salvador, devido à alta incidência de radiação solar durante todo o ano, o acompanhamento de qualquer sinal novo nas pálpebras é ainda mais crucial para a detecção precoce de doenças.
Neste guia, você entenderá os principais tipos de lesões palpebrais, aprenderá a reconhecer sinais de alerta e conhecerá as opções de tratamento disponíveis com um especialista em cirurgia de pálpebras em Salvador.
Antes de detalharmos cada tipo, é útil compreender que as lesões palpebrais se dividem em quatro grandes grupos:
| Grupo | Característica principal | Exemplos |
|---|---|---|
| Lesões Inflamatórias/Infecciosas | Início agudo, geralmente dolorosas | Hordéolo (terçol), calázio, molusco contagioso |
| Lesões de Depósito | Crônicas, indolores, podem sinalizar condições internas | Xantelasma |
| Tumores Benignos | Crescimento lento, sem risco de metástase | Papiloma, acrocórdon, nevo melanocítico |
| Tumores Malignos | Crescimento variável, exigem intervenção precoce | Carcinoma basocelular (CBC), carcinoma espinocelular (CEC) |
Dentre as possíveis causas de uma “bolinha” na pálpebra estão o hordéolo (terçol), o calázio, infecções como o molusco contagioso, tumores benignos e malignos, como o carcinoma basocelular, o tipo mais comum de câncer de pele na região palpebral.
O aparecimento agudo (algo novo) deve ser avaliado o quanto antes por um médico oftalmologista, preferencialmente especialista em plástica ocular. Diante de uma lesão na pálpebra, algumas perguntas são fundamentais para orientar a avaliação:
Quando a lesão surgiu?
Lesões que aparecem de forma súbita e com sinais inflamatórios (como dor, calor e vermelhidão) tendem a ser de origem infecciosa, como o terçol. Já aquelas que surgem de forma mais lenta e indolor podem indicar um calázio ou, em alguns casos, uma lesão que merece investigação mais cuidadosa.
Está crescendo ou está estável?
Uma lesão que cresce progressivamente, mesmo sem dor, nunca deve ser ignorada. O crescimento contínuo é um sinal de alerta que pode indicar desde um calázio em expansão até uma lesão tumoral.
Tem dor?
A presença de dor geralmente indica um processo inflamatório ou infeccioso ativo, como o hordéolo. Já a ausência de dor não significa, necessariamente, que a lesão é inofensiva (muitos tumores palpebrais são completamente indolores nas fases iniciais).
Tem coceira?
A coceira pode estar associada a reações alérgicas, blefarite (inflamação das margens palpebrais) ou infecções. É importante evitar coçar ou esfregar os olhos, pois isso pode agravar a irritação e facilitar a disseminação de infecções.
Está quente e vermelho?
Calor e vermelhidão locais são sinais clássicos de inflamação ou infecção. Quando presentes, indicam que o organismo está reagindo ativamente a algum agente e que a avaliação médica deve ser feita com certa urgência.
Tem alteração na visão?
Lesões maiores podem pressionar o globo ocular e causar distorção visual temporária. Qualquer alteração na visão associada ao aparecimento de uma lesão na pálpebra deve ser investigada com prioridade.
O olho está vermelho e tem secreção?
Vermelhidão ocular acompanhada de secreção pode indicar uma conjuntivite associada ou uma infecção que se estendeu além da pálpebra. Esse quadro requer avaliação oftalmológica para definir o tratamento adequado.
Tem sangramento?
O sangramento espontâneo em uma lesão palpebral é um sinal de alerta importante e nunca deve ser ignorado. Essa característica pode estar associada a lesões malignas e exige avaliação médica imediata.
O sinal de alerta visível que deve levar a uma brevidade de avaliação é quando há perda de cílios próximo do sinal que surgiu e/ou vasos ao redor dele, crescimento contínuo e irregularidade da borda da lesão. Para ajudar na identificação de lesões potencialmente malignas, os oftalmologistas utilizam a regra ABCDE adaptada:
| Letra | Significado | O que observar na pálpebra |
|---|---|---|
| A | Assimetria | As duas metades da lesão têm formatos diferentes entre si |
| B | Bordas irregulares | Contorno mal definido, entalhado ou borrado |
| C | Coloração múltipla | Diferentes tons na mesma lesão |
| D | Diâmetro | Lesão com mais de 6 mm ou com crescimento documentado |
| E | Evolução/Elevação | Mudança de aspecto em semanas/meses; perda de cílios na área |
Na dúvida, sempre procure um médico oftalmologista.
Cada lesão possui uma página dedicada com informações completas. Clique no link para acessar o conteúdo aprofundado.
O hordéolo, popularmente conhecido como terçol, é uma inflamação aguda por obstrução de glândulas localizadas na pálpebra.
A inflamação pode causar dor, calor, inchaço e vermelhidão na pálpebra, que pode ser difusa (em toda a pálpebra) ou localizada. Também pode causar irritação ocular, fotofobia (sensibilidade aumentada à luz), secreção ocular e baixa de visão quando o hordéolo possui grandes dimensões e acomete o eixo visual.
O hordéolo não é contagioso — não há transmissão de um olho para outro e nem entre indivíduos.
Fatores de risco: Pessoas com blefarite, rosácea e dermatite seborreica têm maior chance de desenvolver hordéolos de repetição. A má higienização das pálpebras após uso de maquiagem, o uso de cílios postiços ou alongamento de cílios podem causar maior predisposição ao hordéolo.
Tratamento: O hordéolo muitas vezes tem resolução espontânea, podendo drenar sozinho, mas a realização de compressas mornas locais (preferencialmente com água filtrada ou fervida) ajuda a facilitar a drenagem. Eventualmente o oftalmologista pode prescrever colírios ou pomadas de antibióticos e corticoides. Nunca devemos espremer o hordéolo e devemos evitar o uso de maquiagem na vigência do quadro agudo.
Prevenção: Tratamento da blefarite com higiene palpebral (shampoo infantil neutro diluído em água morna ou shampoos oftalmológicos específicos). Remoção adequada de maquiagem diariamente e pincéis sempre limpos. Cílios postiços devem ser usados por no máximo 1 dia, com remoção completa e higienização adequada após o uso. O alongamento de cílios deve ser feito por profissionais habilitados e, ao mínimo sinal de inflamação ou alergia, suspenso.
Os calázios são pequenas protuberâncias nas pálpebras decorrentes de obstrução das glândulas sebáceas próximas aos cílios. Normalmente são indolores e causam nodulação e inchaço; sendo grandes, podem gerar dificuldade para abrir os olhos.
Hordéolos (terçol) não tratados costumam evoluir para a forma de calázio, que é quando o hordéolo evolui com cápsula ao seu redor.
É importante tratá-los com um oftalmologista, pois pode ser necessária cirurgia.
Os calázios são pequenas protuberâncias nas pálpebras decorrentes de obstrução das glândulas sebáceas próximas aos cílios. Normalmente são indolores e causam nodulação e inchaço; sendo grandes, podem gerar dificuldade para abrir os olhos.
Hordéolos (terçol) não tratados costumam evoluir para a forma de calázio, que é quando o hordéolo evolui com cápsula ao seu redor.
É importante tratá-los com um oftalmologista, pois pode ser necessária cirurgia.
O aparecimento de uma pequena verruga nas pálpebras costuma gerar dúvida e preocupação. Pode tratar-se de um papiloma que, apesar do nome, na maioria das vezes refere-se a um tipo de lesão de origem benigna. O papiloma palpebral é um dos exemplos mais comuns no diagnóstico das chamadas “verruguinhas nos olhos”.
O papiloma apresenta-se com aspecto rugoso e irregular, coloração semelhante à da própria pele, crescimento lento e, na maioria dos casos, não causa dor. Eventualmente pode provocar coceira ou leve irritação ocular, especialmente quando localizado próximo à margem palpebral.
Apesar do aspecto lembrar uma verruga comum, o papiloma palpebral merece atenção especializada: somente um médico oftalmologista pode confirmar o diagnóstico e descartar lesões com outras características suspeitas.
Causas: Exposição solar prolongada (radiação UV), predisposição genética, envelhecimento, vírus HPV, Poxvirus (causador do molusco contagioso). As lesões de origem viral merecem atenção redobrada: verrugas causadas por vírus podem se espalhar para outras regiões do corpo quando manipuladas. Evite coçar ou tocar a lesão e, caso isso aconteça, lave as mãos imediatamente.
Tratamentos: Observação e acompanhamento (lesões pequenas e estáveis), remoção cirúrgica com bisturi, cauterização e radiofrequência.
Acrocórdon é um pequeno crescimento benigno na pele, geralmente preso por um pedúnculo. Costuma se desenvolver em partes da pele que sofrem dobras, como pálpebras, pescoço, axilas e ao redor dos genitais.
Podem estar localizados no eixo visual e levar a comprometimento da visão; nestes casos, podem ser removidos.
Fatores de risco: Obesidade, gravidez, idade (mais comum acima de 40 anos), diabetes tipo 2. Não há uma causa única conhecida, mas o crescimento celular excessivo na pele está na origem.
O xantelasma palpebral é uma condição que muitas pessoas notam, mas não sabem exatamente o que é. Trata-se de placas amareladas que aparecem na região das pálpebras, mais frequentemente no canto interno dos olhos (próximo ao nariz). São formadas pelo acúmulo de lipídios (gordura) nos tecidos.
É mais comum em adultos de meia-idade e mais frequentemente observado em indivíduos com níveis elevados de colesterol ou com maior predisposição a ter níveis elevados.
Relação com risco cardiovascular: Pacientes com xantelasma têm maior risco de doença cardiovascular, independentemente do nível de colesterol no sangue. Por isso, pessoas que apresentam essas manchas devem realizar acompanhamento periódico com clínico ou cardiologista.
Tratamento: Plasma Iq, radiofrequência, aplicação de ácido tricloroacético, laser, entre outros. Em alguns casos, remoção cirúrgica, que pode ser combinada com blefaroplastia (remoção do excesso de pele nas pálpebras).
Triquíase é o mal direcionamento dos cílios. Normalmente, os cílios crescem se afastando do globo ocular. Na triquíase, os cílios crescem para dentro do olho, causando irritação.
Função dos cílios: Barreira para partículas e microrganismos, além de diminuir a evaporação da lágrima prevenindo o ressecamento do olho.
Sintomas: Dor ocular, sensação de corpo estranho, olho vermelho, lacrimejamento, fotofobia e secreção. Pode causar baixa de visão quando houver lesão na córnea e, em casos severos, levar à úlcera corneana e até perda da visão.
Causas: Tracoma, blefarite, traumas, cirurgias palpebrais ou qualquer inflamação na pálpebra.
Tratamentos: A epilação mecânica (arrancar os cílios com pinça) pode ser realizada em consultório para alívio temporário, mas após algumas semanas o cílio tende a nascer mal direcionado novamente. As formas mais eficazes de eliminação são eletrólise, radiofrequência e laser. Quando os cílios são numerosos, a melhor opção é a cirurgia. Colírios lubrificantes e lentes de contato podem minimizar sintomas, mas é necessário tratamento definitivo para evitar complicações graves como úlcera de córnea.
O carcinoma basocelular (CBC) é o tipo mais comum de câncer de pele na região palpebral, responsável por aproximadamente 80-90% das lesões malignas das pálpebras. Surge a partir das células da camada basal da epiderme.
Subtipos de apresentação:
CBC nodular (54% dos casos periorbitários): aspecto perolado ou translúcido, pápula ou nódulo com telangiectasias.
CBC superficial (9,7%): aspecto escamoso, áreas vermelhas com telangiectasias finas.
CBC morfea (esclerosante): 5-10% dos casos, face e pescoço.
CBC infiltrativo (15% dos casos palpebrais): lesão rosada pálida, mal definida, endurecida.
CBC pigmentado: pode estar presente em todas as formas.
CBC micronodular e basoescamocelular: variantes com padrão mais agressivo.
Fatores de alto risco: Lesões na face, bordas mal definidas, lesões recorrentes, paciente imunossuprimido, radioterapia prévia, envolvimento perineural e subtipos agressivos (infiltrativo, micronodular, morfea, basoescamoso, esclerosante).
O CBC, na maioria dos casos, tem comportamento de crescimento lento e raríssimas vezes evolui com metástases (0,01%-0,5%).
O carcinoma espinocelular (CEC) é responsável por 5-10% dos tumores malignos das pálpebras. Surge na camada espinhosa da epiderme, após exposição solar crônica. Inicialmente pode aparecer uma lesão pré-maligna conhecida como ceratose actínica, que ao se desenvolver transforma-se no CEC.
Por que é mais agressivo que o CBC: O CEC pode ter crescimento mais rápido, característica de invasão perineural, metástase a distância em 5-16% dos casos e recidiva local em 8-15% após tratamento.
Classificação de risco: Baixo, alto e muito alto risco. Toda lesão na face é considerada de alto risco. Invasão perineural também é fator de alto risco. Altíssimo risco: lesão >4 cm, sem diferenciação celular, CEC desmoplásico e invasão linfática.
Cirurgia de Mohs: Técnica proposta por Frederic E. Mohs em 1940, baseada na remoção da lesão e exame microscópico das margens, ampliando somente onde restar tumor. Preserva o máximo de tecido saudável, favorecendo a reconstrução. Indicada tanto para CBC quanto para CEC.
A causa mais comum relacionada ao aparecimento dos tumores das pálpebras é a exposição aos raios ultravioleta (UV) do sol, especialmente em indivíduos com pele clara e histórico de queimaduras solares. O envelhecimento também é fator de risco. Em Salvador, cidade com um dos mais altos índices de radiação UV do Brasil, a prevenção é especialmente relevante.
Prevenção: Evitar exposição excessiva ao sol, usar protetor solar na área palpebral, usar óculos de sol com proteção UV.
Autoexame das pálpebras: [conteúdo prático mantido conforme estrutura anterior]
O oftalmologista dispõe de equipamentos de aumento que permitem examinar a lesão em detalhes, avaliar suas características e definir a melhor conduta. Lesões suspeitas, com crescimento rápido, bordas irregulares, sangramento ou perda de cílios na região, devem ser removidas e encaminhadas para biópsia. O diagnóstico precoce é sempre o melhor caminho.
O diagnóstico de tumores das pálpebras geralmente é feito através de exame físico realizado por especialista em oftalmologia com experiência em oculoplástica. O exame pode incluir coleta de amostras para análise histopatológica e imuno-histoquímica, bem como exames de imagem (tomografia computadorizada ou ressonância magnética) em casos de suspeita de infiltração profunda.
No Instituto Visagé, o Dr. [Nome] atende pacientes com lesões benignas e malignas. No público mais jovem, predominam lesões benignas com sinais que incomodam esteticamente, nascendo próximo dos cílios, ou casos de terçol/calázio que requerem tratamento rápido. Para atendimento em Salvador, é indispensável consulta prévia, que pode ser virtual se o paciente não reside em Salvador, mas será necessário retorno presencial para avaliar a lesão na lâmpada de fenda (microscópio do oftalmologista).
Em casos que precisam de exérese cirúrgica ou biópsia, o procedimento pode ser realizado no mesmo dia da consulta após avaliação, trazendo resolutividade e celeridade ao paciente.
A principal orientação é: nunca tente espremer, jamais manipular ou retirar a “bolinha” por conta própria. Além de poder infectar a lesão, a manipulação pode ferir a pálpebra ou até mesmo o globo ocular. No caso de infecções virais, como o molusco contagioso, a manipulação pode disseminar a infecção e agravar significativamente o quadro.
O tratamento padrão-ouro para CBC e CEC é a remoção cirúrgica. Em casos avançados ou quando a cirurgia é inviabilizada, radioterapia e quimioterapia podem ser indicados como opções de controle.
Após o tratamento cirúrgico, é importante realizar exames de acompanhamento regulares para monitorar recidiva ou metástase. As diretrizes da NCCN recomendam acompanhamento baseado no tipo histológico e estádio do tratamento.
| Termo | Significado |
|---|---|
| Biópsia excisional | Remoção completa da lesão para análise |
| Blefarite | Inflamação crônica das margens palpebrais |
| Ceratose actínica | Lesão pré-maligna induzida por exposição solar crônica |
| Epilação mecânica | Remoção dos cílios com pinça |
| Exérese | Remoção cirúrgica |
| Lâmpada de fenda | Microscópio binocular para exame ocular detalhado |
| Mohs (cirurgia de) | Técnica de remoção com exame microscópico das margens no intraoperatório |
| NCCN | National Comprehensive Cancer Network — diretrizes oncológicas |
| Oculoplástica | Subespecialidade da oftalmologia dedicada às pálpebras, vias lacrimais e órbita |
| Telangiectasia | Pequenos vasos sanguíneos dilatados visíveis na superfície |
Sim. Tumores malignos como o carcinoma basocelular podem se apresentar inicialmente como uma “bolinha” ou nódulo aparentemente inofensivo. A avaliação com oftalmologista especializado é a única forma segura de diferenciar lesões benignas de malignas.
Não. O hordéolo não é transmitido de um olho para outro e nem entre indivíduos.
O terçol é vermelho, quente e doloroso. O calázio é um nódulo firme, com pele de cor normal sobre ele, e indolor.
Tratando a blefarite com higiene palpebral, removendo maquiagem diariamente, mantendo pincéis limpos e usando cílios postiços por no máximo 1 dia.
Qualquer cirurgia deixa uma marca. No entanto, com técnicas de plástica ocular, as incisões são posicionadas nas dobras naturais da pálpebra, resultando em cicatrizes praticamente imperceptíveis após a maturação.
Técnica cirúrgica que remove a lesão cancerígena e examina as margens ao microscópio durante o procedimento, ampliando somente onde restar tumor. Preserva o máximo de tecido saudável e é indicada para CBC e CEC.
É mais frequente em indivíduos com níveis elevados de colesterol, mas também ocorre em pessoas com exames normais. O acompanhamento cardiovascular é sempre recomendado, pois pacientes com xantelasma têm maior risco de doença cardiovascular independentemente do colesterol.
O valor varia conforme o tipo de lesão, a técnica cirúrgica indicada e a complexidade da reconstrução. É necessária uma consulta para avaliação individualizada e orçamento.
O oftalmologista com especialização em plástica ocular (oculoplástica) é o profissional mais indicado para diagnosticar e tratar lesões palpebrais.
Sim. Recomenda-se exames de acompanhamento regulares baseados no tipo histológico e estádio do tratamento, para detectar recidiva ou metástase precocemente.
Sim. Em crianças, predominam lesões congênitas e inflamatórias. Tumores são raros, mas exigem avaliação imediata caso surjam. O especialista em oculoplástica está apto a atender todas as faixas etárias.
Sim, especialmente em pacientes com múltiplos fatores de risco (exposição solar crônica, idade avançada, predisposição genética). Cada lesão deve ser avaliada individualmente.
Compareça sem maquiagem na região dos olhos.
Leve fotos antigas que mostrem a lesão, se disponíveis, para comparação da evolução.
Anote suas dúvidas para não esquecer nenhuma durante a consulta.
Informe todos os medicamentos em uso, incluindo anticoagulantes.
Responsável Técnico: Dr. [Nome do Médico] | CRM-BA [Número] | RQE [Número] — Especialista em Oftalmologia e Plástica Ocular
Este conteúdo tem caráter puramente educativo e não substitui a consulta médica presencial. Para diagnóstico preciso e tratamento individualizado, agende sua avaliação em nosso consultório em Salvador.
Referência: Sociedade Brasileira de Cirurgia Plástica Ocular (SBCPO).
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